Em 12 de outubro os Correios lançarão a série “Animais Pré-Históricos do Brasil”, nas cidades de Cuiabá/MT, São Luís/MA, São Raimundo Nonato/PI e São Paulo/SP.
Em quadra, com valor facial de R$ 1,30 cada selo, serão disponibilizados em folhas de 24 unidades (6 quadras), tiragem total de 900.000 unidades (225.000 quadras).
Infelizmente, não será lançado envelope de 1º dia para FDC oficial, mas será emitido um cartão-postal para máximos oficiais – serão quatro máximos, com cada selo da quadra, usando o mesmo postal.
Os Correios informam no edital (acessível clicando nas imagens) que comercializarão esta emissão até 31 de dezembro de 2017.
Os códigos para o Catálogo RHM são:
– C-3382: Selo Prionosuchus plummeri
– C-3383: Selo Oxalaia quilomboensis
– C-3384: Selo Pycnonemosaurus
– C-3385: Selo Eremotherium laurillardi
– EPD-463: Envelope de 1º dia da quadra (base envelope Olho de Boi)
– Máximos postais: códigos serão definidos posteriormente
Sobre os Selos: A quadra foi concebida a partir da paleoarte, ramo artístico que traduz os dados científicos em imagens. O primeiro selo retrata o período Permiano, há 270 milhões de anos. Em um lago que se localiza hoje em Parnaíba no Piauí, um Prionosuchus plummeri captura um peixe Ceratodus enquanto outro indivíduo descansa à sombra de samambaias Psaronius de 15 metros de altura. O segundo selo retrata a riquíssima fauna que viveu no período Cretáceo da Laje do Coringa, há 95 milhões de anos, onde hoje fica a Ilha do Cajual, Maranhão. Em destaque, um Oxalaia quilomboensis, se alimentando de um tubarão Atlanticopristis. Fora da água, um Pterossauro anhangueridae voando, uma família de dinossauros herbívoros Titanosauros à esquerda, alguns dinossauros pescoçudos da espécie Andesaurus e um dinossauro carnívoro, Masiakasaurus, à direita. Sob a superfície da água, é possível ver, em primeiro plano, um peixe do gênero Mawsonia e um tubarão Tribodus, em segundo plano, Lepidote, Pycnodontiforme, Myliobatis, Ceratodontidae e, ao fundo, outro indivíduo da espécie Atlanticopristis repousando no substrato marinho. O terceiro selo ilustra o período Cretáceo há 65 milhões de anos, na região de Uberaba, Minas Gerais. Um dinossauro carnívoro Pycnonemosaurus se alimenta da carcaça de um dinossauro herbívoro Uberabatitan ribeiroi. Ao fundo, veem-se dois dinossauros da mesma espécie se alimentado de coníferas e, na margem da lagoa, descansa um crocodiliforme Uberabasuchus terrificus. O quarto selo exibe dois Eremotherium laurillardi, que viveram durante o Pleistoceno, época que antecede a que vivemos. Em primeiro plano, um indivíduo se ergue em posição bípede para alcançar folhas no alto da árvore. Ao fundo, outro move-se em busca de uma árvore. A técnica utilizada foi ilustração digital com manipulação de polígonos, o que permitiu criar modelos virtuais em 3 dimensões.
Nova emissão Brasil: Animais Pré-Históricos do Brasil
Categorias: Sem categoria
1 Comentário


Olá,
Gostava que alguém explicasse esta técnica de impressão dos referidos selos postais Dinossaurios : ilustração digital com manipulação de polígonos, eu tenho os selos e verifico que têm um relevo áspero ou rugoso na imagem de dois Dinos, parece-me impressão térmica, nos outros dois Dinos parece-me que têm apenas verniz com brilho. Eu coleciono selos postais incomuns e não sei se hei-de colocar estes na categoria de impressão térmica em relevo ou em outra categoria : c/ verniz
Vitor