Relacionamento com os Correios

Em 2004 tive a minha primeira experiência de comércio filatélico ao vivo e a cores, ao participar da Brapex, no Sesc Pompeia (São Paulo). Foi a partir desse evento que os meus laços comerciais (e também pessoais) com os Correios começaram a se intensificar.
Neste evento conheci pessoas que se tornaram muito importantes para mim e para o meu negócio. Sei que é complicado citar nomes, pois posso pecar pelo esquecimento de pessoas queridas e importantes, mas não posso deixar de registrar que foi nesta exposição que conheci o Favarão, a Marília, a Júlia, a Vavá (Valéria), a Neusinha, a Elena Moura e, principalmente, a Lourdinha – fui apresentado para ela no jantar de Palmarés do evento.
Não posso esquecer da Verinha, que já tinha conhecido antes, gerente da Agência Filatélica Dom Pedro II (São Paulo) e da Eliane Reis, esta primeiro em São Paulo e depois em Brasília.
Quase todos já aposentaram e desligaram-se dos Correios. A mais recente, Eliane Reis, saiu em fevereiro e me deixou órfão. Grande amiga, muito me ajudou, sofria para atender as minhas demandas, principalmente dos selos personalizados. Terá a minha gratidão eterna pelo tanto que me ajudou.
A Lourdinha dispensa apresentações sobre a sua carreira filatélica, que a elevou ao patamar de um mito dentro da ECT. Tenho o maior orgulho por ter conquistado a amizade dessa querida, tão íntima que quando vou a Brasília não preciso mais me hospedar em hotéis, é na casa dela que me instalo – com tratamento seis estrelas.
Já fui acusado inúmeras vezes de ser puxa-saco dos Correios. Não é por aí. Penso que no meu Informativo tenho que divulgar a Filatelia Brasileira e incentivar o colecionismo. Os problemas dos bastidores não precisam ser colocados aqui, e garanto que foram e são muitos. Só eu sei do quanto já briguei com os Correios para ter uma filatelia melhor, do quanto me desgastei em embates com pessoas queridas para conseguir algum resultado. Até o início de 2020, antes da pandemia, me dava ao trabalho de ir anualmente a Brasília, pedia reunião com a Gerência Nacional de Filatelia e a Chefia do Departamento à qual está subordinada, para levar as minhas reclamações e sugestões. Não desisto, continuo dando meus murros em ponta de faca, agora em reuniões virtuais. Faço isso porque parte significativa do meu negócio está lastreada nas vendas das novas emissões brasileiras.

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