Data do lançamento: 1º de agosto de 2012. Valor facial: R$ 2,75. Tiragem: 336.000 selos. Neste selo o artista G. Tardin dá continuidade às emissões “Olho-de-Boi”, iniciadas em 2011 com o 30 Réis (na cor bronze, Centenário da Sociedade Filatélica Brasileira”), desta feita na cor prata, e que terá em 2013 o 90 Réis na cor ouro, provavelmente alusivo a Brasiliana. Muito boa a ideia desta série e ótima a arte empregada no selo, que, assim como o anterior, mereceu nota máxima. NOTA 5.
Observação lamentável: o envelope de 1º dia para esta emissão só foi colocado à venda, pelo menos na Agência Filatélica de São Paulo, no dia 13 de novembro, quase dois meses e meio após o lançamento e alguns dias após a abertura da exposição em questão. Além dos visitantes não terem envelopes para suas peças filatélicas na abertura da Lubrapex, colecionar FDCs circulados na data de lançamento virou missão impossível por aqui.
(As notas atribuídas resultam em uma série de fatores e representam minha opinião pessoal e exclusiva, totalmente subjetiva e sem outros envolvimentos. Estas notas vão de zero a cinco, nota máxima)
Notas para os Selos: 21ª Exposição Filatélica Luso-Brasileira – “Olho-de-Boi” 60 Réis
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3 Comentários

Excelente emissão, aguardo ansiosamente pelo selo de 90 reis.
Aos gestores da Filatelia 77 meus parabéns pelo trabalho maravilhoso de divulgação da Filatelia brasileira e por sua dedicação ao mercado de colecionadores que promete aquecer em vista dos grandiosos eventos deste e dos próximos anos.
Aos colecionadores de selos sobre selos, a série Olho de boi é uma excelente oportunidade. A partir de sua primeira emissão, em 1843, quantos selos Olho de boi já foram lançados?
Um abraço a todos,
Lourdinha
Imaginem um colecionador de fdcs e envelopes morando em Belém ( Pará ) um selo bonito mas como o Julio comentou mais um vez oportunamente …..lançados em dias posteriores, os envelopes, e sem organização e respeito por quem coleciona essas peças.
Parabens a filatélia 77 por conseguir e montar esses envelopes para nós que estamos tão longe dos chamados grandes centros. Espero que tudo melhore.
Um abraço a todos,
Jaime Aguiar Vidonho, em Belém-Pará.