Bronca nos Correios: O quê está acontecendo com as emissões postais?

A pergunta que não quer calar: o quê está acontecendo, ou melhor, deixando de acontecer, com as nossas emissões postais?
Em 14 de dezembro tivemos o último lançamento postal de 2016. Quase quatro meses depois, 13 de abril, o primeiro – e único até agora – de 2017.
Na programação filatélica de 2017, uma das mais enxutas das últimas décadas, todas as emissões estão com status “a confirmar”.
Depois de abolir os lançamentos de envelopes de 1º dia e de cartões-postais para FDCs ou máximos postais oficiais, será que os nossos Correios também vão deixar de emitir selos?
Peço resposta à amiga Eliane Petry, gerente corporativo de Filatelia dos Correios. Mas espero uma resposta franca, não aquelas lisas como quiabo que os Correios costumam mandar quando são questionados, sempre saindo pela tangente.
Sei que a Eliane responderá, publicarei na próxima edição…

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3 opiniões sobre “Bronca nos Correios: O quê está acontecendo com as emissões postais?

  1. Jorge

    Na minha humilde opinião esse fato é lógico… Caso as emissões postais ocorram, ou mesmo ampliem em quantidade, os Correios irão ter uma receita cada vez maior. Isso seria uma ajuda para cobrir o déficite anunciado de cerca de 2 bilhões de reais. Ajudar o cobrir o déficite com filatelia? Pode não!!

  2. Lenildo C. Silva

    Segundo matéria do Estadão, sobre a recente importação de cédulas de 2 reais, impressas na Suécia:
    “Em setembro do ano passado, o Banco Central estava preocupado com a capacidade da Casa da Moeda de imprimir dinheiro. Após uma série de problemas que foram desde a quebra de equipamentos até a descoberta de um esquema de corrupção dentro da estatal para direcionar licitações, o governo editou uma Medida Provisória que autorizou o BC a importar cédulas. ”
    (fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,bc-importa-100-milhoes-de-cedulas-de-r-2-e-colecionador-paga-ate-r-4-99-pelas-notas,70001741938)

    Esses problemas na Casa da Moeda presumivelmente devem ter afetado, também, a impressão de selos, o que pode ter influenciado no lançamento atrasado da primeira emissão de 2017 (o maior período sem emissões no início do ano desde 1948).

  3. Juvenal Soares

    Também ouvi dizer que o convenio dos correios com a casa da moeda, venceu e não foi renovado. Informação que veio de dentro dos correios.

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