Na próxima quinta-feira, 14 de setembro, farei um bate e volta para Brasília.
Como sempre faço desde 2005 (só interrompi durante a pandemia), solicitei uma reunião com o atual Gerente Nacional de Filatelia dos Correios, para levar as minhas críticas e sugestões (também de alguns amigos).
Reunião pela manha e à tarde uma visita à querida amiga Lourdinha, que comandou a Filatelia nos Correios por décadas.
Devido a esta viagem, as mensagens recebidas (e-mail e whats) de quarta a sexta-feira terão alguma demora nas respostas.
Conto com a compreensão de vocês!
Minha viagem para Brasília
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8 Comentários
As emissões brasileiras estão bonitas, selos bonitos, temas até legais. Nada a reclamar, pelo contrário, só elogios, especialmente se compararmos com as emissões da alemanha, EUA, frança e holanda, que são países muito colecionados e que cujos selos emitidos de uns 10 anos pra cá estão um horror, um pior que o outro. Minha reclamação é que eu gostaria que o correio parasse de criar emissões com tamanhos ridículos e desproporcionais, p. ex., aquele bloco da Semana da Arte Moderna que não cabe em nenhum álbum ou classificador disponível no mercado, nos obrigando a adquirir um álbum próprio pra armazenar FOLHAS de selos, tamanho gigante, só pra guardar essa emissão, que além de tudo ficará separada das demais. Então a crítica é: Limitar um tamanho máximo pras emissões, se possível que nunca seja maior que tamanho A4. Na minha coleção eu uso os album Leuchtturm modelo GRANDE, que é maior que o modelo VARIO e muito maior que tamanho A4, e pasme, não cabe esse bloco. Se for possível, acrescento também a minha insatisfação quanto a emissão do Mackenzie, onde uma empresa privada adquire toda ou quase toda a tiragem emitida antes mesmo da emissão ser disponibilizada nas agências ao público. Isso é um absurdo completo, que nos desestimula fortemente a continuar seguindo a colecionar selos. Deveria haver algum mecanismo pra impedir tal coisa. De repente uns poucos comerciantes aparecem do nada com esse bloco, que repito, não chegou em nenhuma agência pra venda ao público, e aí colocam preços estratosféricos no mesmo, parecendo coisa de mafioso. Eu não quero meu álbum incompleto e me recuso a pagar R$ 400 nesse bloco, como estão pedindo. Esse tipo de coisa não pode acontecer mais, e ainda há tempo de se corrigir, emitindo uma segunda tiragem desse bloco.
Rubens, bloco Mackenzie e dimensões dos blocos já estão na pauta da reunião.
Porque razão os Correios taxaram os selos,usados ou novos,como encmenda especial para pagar mais,como encomenda.. E a proibição de colocar selos em cartas registradas.
Jorge, esses dois assuntos estão na pauta da reunião que terei em Brasília.
Olá, Júlio!
Sabemos que a “produção” de selos não é prioridade da ECT, mas faça uma “campanha” para que os Correios emitam uma nova série de selos regulares.
Pode até ser que tenha uma nova tendência/tecnologia, mas que sejam selos “diferenciados”.
Além disso, por que não emitirem uma “etiqueta de registro” com temas diversos? Ou seja, ao invés de apenas código de barras, poderiam ser mais modernas e atraentes, com motivos temáticos.
Atenciosamente.
Caro Glauber, tanto o retorno dos selos regulares como as etiquetas estão na pauta da reunião que terei em Brasília.
Júlio, sobre sua reunião em Brasília, fará um reporte sobre o que fora debatido?
Abraço.
Caro Glauber, na próxima edição do Informativo colocarei matéria com o resultado da reunião.